Quem vos fala é: Tahiana Fernandes Costuma ser chamada por: Polly A identidade diz: 20 anos O que eu gosto ontem, hoje e sempre: Ler, ouvir música, escrever, dançar, beijar... Ando resmungando: Da falta de tempo... Ando lendo...: Apostilas, apostilas e mais apostilas (chatas, diga-se de passagem!)
"Não há critério da verdade senão não concordar consigo próprio.
O universo não concorda consigo próprio, porque passa.
A vida não concorda consigo própria, porque morre."
Fernando Pessoa
"A glória da amizade não é a mão estendida,
nem o sorriso carinhoso,
nem mesmo a delícia da companhia.
É a inspiração espiritual que vem
quando você descobre
que alguém acredita e confia em você."
Ralph Waldo Emerson
"Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como o palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria."
Charles Chaplin
"O Eu é o mestre do eu . Que outro mestre poderia existir ?
Tudo existe , é um dos extremos.
Nada existe é o outro extremo.
Devemos sempre nos manter afastados desses dois extremos,
e seguir o Caminho do Meio."
Buda
"Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos"
Eduardo Galeano
Não sei se já postei esse mini-conto aqui, mas hoje estava pensando nele, então...
Os amores que sinto falta, já que não existiram Quando acordei hoje e você não estava ao meu lado na cama, nem liguei! Mas agora que meu mau humor matinal acabou, as lágrimas caem pela minha face gritando ¿Volta?¿. Ilusão de minha parte achar que isso seria possível, até por impossibilidade geográfica, mas e daí? Sonhar às vezes vale a pena e muito de vez em quando conforta.
Estou perdida em lembranças, palavras, toques... Você, você, você... Não canso de repetir seu nome, mas qual é mesmo? João, Lucas, Marcos ou Tiago? Dane-se! Que diferença faz um nome? Isso não irá trazer você de volta... Você que é parte de minha memória, do meu corpo, do meu gozo...
E daí que você não está aqui?! Quem se importa?! Eu? Eu não me importo com nada... Nem lembro que dia é hoje, por isso nem sei há quanto tempo você saiu de casa... Melhor assim, sobra mais espaço para meus velhos livros de poesia... Drummmond me conforta muito melhor que você e meu caso platônico com Clarisse proporciona mais orgasmos que seu... Deixa pra lá!
Não sei porque hoje lembrei de você, mas agora já esqueci até de lembrar...
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Andei pensando na importância que temos (ou não) para as pessoas. Pensei que desde o meu segundo grau, eu só mantive duas amigas durante todo o tempo e até agora. Sou muito atenta com minhas amizades, pois já passei por maus momentos, no entanto ainda penso que os amigos são as melhores coisas da vida (os verdadeiros, é claro). Há amigos que vemos pouco, mas estamos sempre pensando neles; há amigos que vemos todos os dias, mas nunca lembramos de dizer o quanto elas são importantes; e há os amigos que morreram, não vemos mais, porém elas ficam sempre quardadas nas nossas lembranças (como pessoas felizes e especiais, que se foram).
obs.: sortudos são aqueles que nunca perderam pessoas queridas, se há que há alguém com tamanha sorte!
Pensei sobre tudo isso hoje, e o quanto do meu tempo eu dedico as pessoas que eu amo e o tempo que eu dedico ao meu curso, ao C.A., aos problemas dos outros, enfim, quanto desse tempo eu invisto nas pessoas mais importantes para mim.
Cheguei a conclusão que é muito pouco, e vai ser sempre.
No entanto fiquei a pensar também, se essas pessoas que eu amo, respeito e considero, sentem o mesmo por mim. E se não sentem, se elas merecem esse meu afeto (mas quem sou eu para julgar quem merece ou não, isso ou aquilo???).
Pensei nas cobranças da minha familia quanto a minha conduta perante o mundo e quanto a eles, a cobrança de carinho que eles sempre me fazem, pensei se eu não repito isso... e se eu repito, a quem eu estou precionando.
Meu pai uma vez (há uns três anos atrás) chegou na minha porta e disse que estava saindo, eu no meu impulso adolescente respondi de imediato que era o normal, ele nunca ficava comigo mesmo, e foi quando ele me respondeu talvez uma das coisas mais duras que eu ouvi:
- Não vou ficar, porque no momento não quero ficar. Se eu ficar em casa, vou estar obrigado e não por prazer, logo a minha companhia não vai ser desfrutável.
Ele disse tchau e foi embora, e eu fiquei a chorar.
Hoje entendo que ele não poderia ter sido mais sincero e que naquele momento eu precisava ouvir aquilo e amadurecer, aprender que as pessoas não sentem o que eu quero ou espero que elas sintam. E que o mundo é assim, as pessoas são assim e não há nada que eu possa fazer a não ser encarar de forma diferente.