Quem vos fala é: Tahiana Fernandes Costuma ser chamada por: Polly A identidade diz: 20 anos O que eu gosto ontem, hoje e sempre: Ler, ouvir música, escrever, dançar, beijar... Ando resmungando: Não ando fazendo isso... Ando lendo...: Introdução ao Pensamento Sociológico
"Não há critério da verdade senão não concordar consigo próprio.
O universo não concorda consigo próprio, porque passa.
A vida não concorda consigo própria, porque morre."
Fernando Pessoa
"A glória da amizade não é a mão estendida,
nem o sorriso carinhoso,
nem mesmo a delícia da companhia.
É a inspiração espiritual que vem
quando você descobre
que alguém acredita e confia em você."
Ralph Waldo Emerson
"Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como o palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria."
Charles Chaplin
"O Eu é o mestre do eu . Que outro mestre poderia existir ?
Tudo existe , é um dos extremos.
Nada existe é o outro extremo.
Devemos sempre nos manter afastados desses dois extremos,
e seguir o Caminho do Meio."
Buda
"Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos"
Eduardo Galeano
Ontem estava conversando com uma pessoa muito especial, que fez parte da minha vida numa fase em que eu estava meio mal e ela falou sobre INVEJA comigo.
Lí INVEJA, o livro, do Zuenir Ventura (que eu pessoalmente não sou muito fã do estilo dele, mas se você souber o que tirar proveito do que ele escreve, é válido!). Quando lí esse livro cheguei a conclusão, junto ao autor, que realmente a inveja é a causadora dos os outros seis pecados. Depois de um tempo, cheguei a conclusão (dessa vez, sozinha) que a origem da inveja é o EGOÍSMO, pois a inveja é querer algo do outro, estar por cima, não vale você e a autra pessoa seguirem juntos, você segue, a outra pessoa fica.
E daí passei a ver que o MUNDO anda egoísta, alguns lugares mais outros menos, até por uma questão de valores e cultura, mas todos somos egoístas.
Aí é que está: Quem ama, é egoísta? (me refiro aqui ao amor universal)
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Outra coisa que andei observando é que as pessoas de um modo geral estão muito acomodadas, preguiçosas...
Lá na FAFIC eu ficava feliz da vida quando um ou outro professor não passavam a matéria mastigada, nos faziam raciocinar. No entanto, o que mais se ouvia era reclamação de alunos que tinham preguiça de pesquisar então ficavam lá reclamando que o professor é ruim e isso e aquilo...
Todo mundo quer tudo mastigado...
Fico aqui pensando: se recebemos tudo de bandeja, o raciocineo e o desenvolvimento vão quase que por água a baixo! É necessario que filtremos as informações e os conhecimentos passados para nós!
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E o fim de semana finalmente chegou!
Sair, ver os amigos, andar por aí sem rumo...
Ontem, dia 10 da março, na Faculdade de Filosofia de Campos teve início a "Semana de Comunicação", que não vai ser mais uma semana, mas sim três dias. Desde ontem estão ocorrendo palestras no Auditório da faculdade.
Após a palestra de ontem, que não me perguntem como foi porque eu não assistí, houve apresentação da Saralho Band com mais um Olha pro Sarau Frederico!. Considero o evento muito criativo, onde acredito eu, seja para divulgar os mini-contos dos novos escritores campistas. Enquanto os contos de Jules Rimet, Douglas Venoso, Alexandro F., Quésia F., Vitor Menezes e Jorge Rocha vão sendo lidos pelo próprio JR e a Simone Pedro, o som de Alexandro F., no baixo e de Juliana Medina na rabeca, fazem um contra-ponto e no final da misturança toda, o sarau fica muito legal! Infelizmente, ontem a Juliana não compareceu, mas foi uma das apresentações onde o público estava mais interessado.
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Hoje é a inauguração da Boite Focus, no antigo cine Capitólio. Vai rolar uma banda de pop rock e uma de forró. Não sei quanto vai estar o ingresso na hora, mas não custa conhecer.
A partir das 23 horas!!!
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Música do dia: Little Girl Blue - Janis Joplin
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Frase do dia:
O amor é uma flor maravilhosa, mas para colhê-la devemos ter a coragem de enfrentar os espinhos. (Bergson)
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Vale a pena ler...
Poesia e Espiritualidade: Duas vias no encontro entre o homem, Deus e a linguagem
Gerson Dudus
Email: fmanha@fmanha.com.br
Há alguns anos, num encontro sobre Liturgia promovido pelo Instituto de Estudos em Religião (ISER/RJ), fui convidado para dar uma oficina sobre Poesia. Naquela ocasião, falei sobre a descoberta que tinha feito a respeito de duas maneiras pelas quais os poetas se aproximavam de Deus. Lembrando os monges e sua oração contemplativa, chamei de sensibilidade apofática e catafática essas formas de falar o encontro com o sagrado. A via apofática era, para os monges, uma maneira de chegar a Deus se afastando do mundo, dos símbolos, das coisas, das pessoas, em solidão e contrição. Era preciso encontrar Deus reconhecendo tudo o que Ele não era. O incognoscível, o indizível, o inefável, o Outro. Este poema representa bem a maneira apofática:
¿O que Deus é ninguém sabe.
Nem luz nem espírito,
Nem bem-aventurança, nem unidade, nem o que chamamos Deidade,
Nem sabedoria, nem inteligência, nem amor, nem querer, nem bondade
Nem coisa, nem tampouco não-coisa, nem essência, nem sentimento,
É o que nem eu, nem tu, nem ninguém
Podemos provar enquanto não passarmos a ser o que Ele é.¿
Ângelus Silesius/O Peregrino Querubínico (1675)1
Os monges também se aproximavam de Deus louvando tudo o que existe, vendo um pedaço de divino em cada coisa. A via catafática era uma sensibilidade cósmica, extrovertida, comungante:
¿Assim vai rumo a ti a corrente das coisas.
E como as taças mais altas dos chafarizes
Transbordam sempre, como se madeixas
De soltos cabelos, para as mais baixas:
Tudo assim cai em ti, em tua várzea,
Quando as coisas e as idéias transbordam.¿
Rilke/Livro das Horas (1899)1
A idéia de nomear duas sensibilidades estéticas diferentes para a poesia que se aproxima do sagrado me veio de um estudo realizado pelo poeta, crítico, professor da UFRS, doutor em filosofia, Armindo Trevisan. Neste estudo, chamado ¿Notas sobre o Cântico do Sol¿2 , Armindo dizia entrever duas sensibilidades numa mesma fé cristã ¿ a sensibilidade católica e a sensibilidade protestante. Mas, nomeando as sensibilidades de maneira neutra, estaríamos fazendo um esforço de comunhão. Inclusive porque, nos poetas modernos e contemporâneos cristãos ou não, as maneiras apofática e catafática se misturam, por vezes, num mesmo poema. Assim é com os modernos Murilo Mendes, Jorge de Lima, Cecília Meireles. Ou com os próprios poemas de Armindo, de Carlos Nejar, Adélia Prado, para falar dos brasileiros vivos e produzindo.
Quem ainda acredita em Deus ¿ e talvez mais ainda quem não acredita ¿ precisa conhecer estes novos salmos e cânticos, que expressam a busca/encontro de Deus neste tempo que se chama hoje.
Um homem, casado, alguns filhos, andando no final da tarde em sua bicicleta.
Outro homem, uma arma de fogo e sangue frio.
Cinco tiros. Um no ombro, outro no peito, outro na barriga, dois na cabeça e outro de raspão no braço.
Um corpo jogado no chão...
Quem atirou, saiu andando normalmente, dizendo ¿Boa Noite¿ para as pessoas que passavam.
Eu te pergunto: Quanto vale uma vida???
Será que também morre quem atira???
Obs.: Aconteceu aqui, nessa planície do interior. Acontece o tempo todo... Só que apenas refletimos, quando fica mais próximo de nossa realidade. A história a cima ocorreu com o cunhado de uma pessoa muito próxima, sabe o que a família pode fazer? Nada. Eles querem continuar vivos...
Não sou romântica, mas hoje especificamente estou mais vulnerável a esse meu lado...
Ontem fiquei sentada à janela olhando a Lua...
Bateu-me uma vontade imensa de pegar o carro e ir pra praia, deitar na areia e ficar lá sentindo o vento e a areia baterem na pele, com o cheirinho de mar, olhando pra Lua...
Prefiro ir à praia durante a noite, gosto mais da noite do que do dia, fico mais produtiva e as idéias fluem com maior facilidade.
Estou mais aérea que o normal... Ainda não sei se isso é bom ou ruim, mas estou numa fase em que tudo é válido ¿Tudo vale a pena se a alma não é pequena¿ (Fernando Pessoa).
Ainda não sei se fui despedida, parece que a resposta sairá na quinta, na verdade eu queria pegar minha grana e sair fora... porém, felizmente ou infelizmente meu pai não iria entender e classificaria isso como uma grande irresponsabilidade... Pra ele, eu tinha que ter passado num concurso público desde os meus 18 anos, mas eu nem se quer procuro saber dos tais concursos, é meio chato, e não é o que eu quero pra mim...
Ai vai a letra de uma música que tocou aqui algumas vezes e mesmo que eu não seja fã de Jota Quest, gosto dessa música e como eu estou romântica...
Só Hoje -- JotaQuest
Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
Te beijar a boca de um jeito que te faça rir
Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje